Tratamento definitivo para hérnia de disco, estenose e compressões nervosas que não responderam à fisioterapia ou medicamentos. Realizado por neurocirurgião especialista em coluna com 15+ anos de experiência.
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Endereço atualizado: Hospital Mater Dei Contorno - 19° Andar Avenida do Contorno n° 9000 - Bairro Barro Preto - Belo Horizonte/MG
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Se você já tentou tratamento clínico, fisioterapia ou infiltrações e a dor continua limitando sua vida, pode ser hora de considerar uma solução definitiva.
Dor irradiada para pernas ou braços: ciatalgia (dor que desce pela perna) ou braquialgia (dor no braço), indicando compressão de raiz nervosa.
Formigamento, dormência ou perda de força: parestesias ou déficit motor progressivo, sinais de sofrimento neurológico.
Dificuldade para realizar atividades diárias: limitação para caminhar, trabalhar, dormir ou manter postura por períodos prolongados.
Diagnóstico confirmado por exames: ressonância magnética ou tomografia mostrando hérnia de disco, estenose de canal, espondilolistese ou degeneração avançada.
Dependência de medicação forte: uso contínuo de analgésicos opioides (codeína, tramadol), anti-inflamatórios potentes, miorrelaxantes ou injeções intramusculares para controle da dor.
"Atenção: A compressão nervosa prolongada pode causar danos permanentes."
Quanto mais precoce a avaliação cirúrgica adequada, maior a chance de recuperação completa e menor o risco de sequelas neurológicas.
Quando é indicada: Instabilidade vertebral, espondilolistese grau II ou superior, degeneração discal multinível com dor mecânica incapacitante, escoliose degenerativa, falha de cirurgias prévias.
Quando é indicada: Hérnia de disco lombar ou cervical (contida, extrusa ou migrada), compressões nervosas isoladas, estenose foraminal leve a moderada.
Quando é indicada: Crises agudas de dor radicular, inflamação das facetas articulares, dor ciática aguda, teste diagnóstico antes de procedimento definitivo.
Quando é indicada: Hérnia discal cervical, mobilidade cervical preservada, ausência de artrose facetária avançada.
Quando é indicada: Dor facetária crônica (lombar, torácica ou cervical) confirmada por bloqueios diagnósticos positivos, artrose facetária sintomática.
Quando é indicada: Dor crônica refratária a tratamentos convencionais, síndrome pós-laminectomia (dor após cirurgia prévia), neuropatia periférica diabética, dor lombociática persistente, SDRC (Síndrome Dolorosa Complexa Regional).
Quando é indicada: Fraturas vertebrais osteoporóticas agudas ou subagudas (<6 meses), dor incapacitante que não melhora com repouso e analgésicos.
Quando é indicada: Dor facetária crônica (lombar, torácica ou cervical) confirmada por bloqueios diagnósticos positivos, artrose facetária sintomática.
A cirurgia de coluna não é a primeira opção de tratamento. Ela é indicada quando:
Dor incapacitante: Dor que impede trabalho, sono, atividades cotidianas, mesmo com uso regular de medicação forte.
Falha do tratamento conservador: Ausência de melhora após 6-12 semanas de tratamento clínico adequado (fisioterapia, medicação, infiltração, acupuntura).
Compressão nervosa significativa: Achados de ressonância magnética mostrando compressão importante de raiz nervosa ou medula espinhal, com correlação clínica.
Emergências neurocirúrgicas: Síndrome da cauda equina: perda de controle urinário/fecal, anestesia em sela
Mielopatia cervical grave: compressão medular com risco de paralisia
Déficit motor agudo e grave: perda súbita de força
Déficit neurológico progressivo: Fraqueza muscular que piora (ex: dificuldade para levantar o pé, segurar objetos), perda de sensibilidade crescente, alteração de reflexos
ATENÇÃO: Nem toda dor na coluna precisa de cirurgia."
Aproximadamente 80-90% dos casos de dor lombar ou cervical melhoram com tratamento conservador. A cirurgia é reservada para situações específicas onde há indicação clara de benefício.
Referência em Cirurgia da Coluna Vertebral, mais de 15 anos de experiência dedicados exclusivamente ao tratamento cirúrgico da coluna vertebral, com formação internacional e acesso às técnicas mais modernas.
Especialista em Cirurgia Endoscópica da Coluna, com formação pela Universidade de São Paulo (USP), centro de referência em neurocirurgia no Brasil.
Especialista em Tratamento da Dor, com formação pelo Hospital Albert Einstein (São Paulo), um dos hospitais mais renomados da América Latina.
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN), com título de especialista reconhecido nacionalmente e prática baseada em evidências científicas.
Membro da AO Spine Global Foundation, organização internacional de referência que estabelece protocolos e diretrizes globais em cirurgia da coluna.
Atuação em hospitais de referência da Rede Mater Dei, atendendo em Belo Horizonte, Nova Lima, Contagem, Betim e região.
João Marcos S
Hérnia de Disco Lombar (Endoscopia)
Antônia Silva M
Cifoplastia T12
Maria Lúcia T.
Artrodese Lombar L4-L5-S1
Sofri 8 meses com dor ciática insuportável. Não conseguia trabalhar, dirigir ou brincar com meus filhos. Tentei fisioterapia, remédios, infiltração... nada resolvia. Quando conheci o Dr. Cleriston, ele me mostrou nos exames exatamente onde estava o problema e me indicou a endoscopia.
Fiz a cirurgia numa sexta-feira e no sábado já estava em casa, andando. A dor na perna sumiu completamente. Em 2 semanas voltei ao trabalho. Hoje, 6 meses depois, faço tudo que fazia antes. Foi a melhor decisão da minha vida
"Minha coluna estava 'escorregando' e a dor era tão forte que eu não conseguia ficar de pé por mais de 10 minutos. Foram 3 anos sofrendo, tomando tramadol todo dia.
O Dr. Cleriston me explicou que meu caso precisava de artrodese, que ia estabilizar a coluna. Confesso que fiquei com medo, mas ele foi muito transparente sobre tudo.
Hoje, 1 ano após a cirurgia, estou zerada. Não tomo mais nenhum remédio. Volto a viajar, cuidar da casa, fazer caminhada. Minha qualidade de vida voltou.
Caí no banheiro e fraturei uma vértebra. A dor era horrível, não conseguia deitar nem sentar. Minha filha me levou no Dr. Cleriston e ele me indicou a cifoplastia.
Fiz o procedimento e no dia seguinte já estava com 70% menos dor. Em uma semana estava caminhando normalmente. Foi um milagre! Hoje sou outra pessoa
Quando a dor na coluna persiste ou há o diagnóstico de doenças como hérnia de disco, artrose, estenose, espondilolistese, síndrome facetária, fraturas, ciática, escoliose ou cifose, o acompanhamento especializado é fundamental. Cada dia pode fazer a diferença na evolução do tratamento e na recuperação do paciente.
Dr. Cleriston Lacerda | CRM 47798-MG RQE 38442
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